Archive for fevereiro, 2009

feminino, masculino ou neutro?

Esse post não se aplica a sapas menores de trinta anos (as quais, sortudas, não devem viver muito esse tipo de situação)armario1

As sapas envergonhadas têm o hábito (que não é aquele que as freiras usam, mas podia ser) de não revelarem o gênero do seu caso, ficada, o que for. E não é só para o chefe tiozão do trampo, ou o padeiro com cara de exterminador de homossexuais da esquina – casos em que a discrição é  bem vinda. Rola no papo no bar com os amigos também. De repente, na conversa mais que mole sobre catadas aqui e ali, e uma dessas sapas velhas solta uma assim: – Pô, fiquei com uma pessoa bem interessante na festa xy. Ahn!? e essa pessoa admite um ele ou ela básico? ou é neutra? Pode parecer implicância minha, mas não é não. Pode reparar. Quando alguém vem com esse papo de “fiquei com uma pessoa”, nunca se trata apenas de um modo de falar – mas sim de um  ser que continua vendo a vida pela frestinha do armário

SAPA RESIDENCIAL PARK

Ok. Existe um momento na vida de algumas sapas que ser dyke não é suficiente. Não basta degustar meninas. Não basta confraternizar em lugares gayfriendly. Não basta que sua mãe e a vizinhança saibam… é preciso mais. É preciso viver 24hrs dyke. Acabei de ler um artigo no New York Times que fala sobre uma comunidade lésbica no Alabama dotada de um portal codificado com uma senha que impede a entrada de homens e mulheres heteros. That’s it. 

My Sister’s Keeper

 

Felizes a cantar

Felizes a cantar

THEY called it a lesbian paradise, the pioneering women who made their way to St. Augustine, Fla., in the 1970s to live together in cottages on the beach. Finding one another in the fever of the gay rights and women’s liberation movements, they built a matriarchal community, where no men were allowed, where even a male infant brought by visitors was cause for debate.

Emily Greene was one of those pioneers, and at 62 she still chooses to live in a separate lesbian world. She and 19 other women have built homes on 300 rural acres in northeast Alabama, where the founders of the Florida community, the Pagoda, relocated in 1997.

Behind a locked gate whose security code is changed frequently, the women pursue quiet lives in a community they call Alapine, largely unnoticed by their Bible Belt neighbors — a lost tribe from the early ’70s era of communes and radical feminism. “I came here because I wanted to be in nature, and I wanted to have lesbian neighbors,” said Ms. Greene, a retired nurse. She hopes the women, ages 50 to 75, will be able to raise enough money to build assisted-living facilities on the land and set up hospice care.

O parquinho não acaba aí… More…http://www.nytimes.com/2009/02/01/fashion/01womyn.html?_r=2&pagewanted=1

Fonte: New York Times